Brasiliana
O parque, a trilha e a escola: a interpretação ambiental no ensino formal em unidades de conservação
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Metadados do item
- Denominação
- Escola > CIEP-449 Governador Leonel de Moura Brizola | Educação | Interpretação ambiental | Museu de Arqueologia de Itaipu (MAI) | Niterói | Parque Estadual da Serra da Tiririca (PESET) | Programa de Educação Socioambiental (PESA) | Rio de Janeiro | Trilha Interpretativa | Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO)
- Autoria
- COSTA, Priscila Gonçalves
- Resumo descritivo
- O presente trabalho visa apresentar uma experiência de elaboração de trilhas interpretativas
como prática pedagógica no processo de Educação Ambiental, ao mesmo tempo em que faz
uma reflexão sobre a sua aplicabilidade para o ensino formal em espaços não formais. O
trabalho foi desenvolvido com turmas do 2º ano do Ensino Médio no âmbito da disciplina
Atelier Científico, que busca desenvolver competências relacionadas à investigação científica, associadas à língua francesa. O CIEP-449 Governador Leonel de Moura Brizola Brasil França, localiza-se em Niterói, Rio de Janeiro, e conta com um convênio firmado entre a Secretaria de Estado de Educação, a Académie de Créteil e a Embaixada da França no Rio de Janeiro, que prevê a implantação do programa de formação em língua francesa no âmbito do Programa Dupla Escola, no Ensino Médio em horário integral. A metodologia do trabalho
consistiu no desenvolvimento de duas trilhas interpretativas (TI): a primeira trilha implantada
pelos executores do projeto pedagógico, com participação indireta dos alunos; e a segunda
trilha com a participação ativa dos alunos, estes como protagonistas do processo,
documentando as atividades por meio de vídeo, foto e gravação de voz, tendo como resultado final uma trilha interpretativa em vídeo, narrado pelos alunos em francês. Considera-se a primeira TI como uma atividade de pesquisa que foca no resultado final, ou seja, os alunos foram o objeto de estudo para a criação da trilha, que agora estabelecida, pode ser utilizada também por outras instituições de ensino. Já a segunda TI foca no processo de construção da trilha, na qual o desenvolver das atividades por si só já se caracteriza como uma atividade interpretativa e pedagógica. Os dados coletados indicam que a metodologia que favoreceu os alunos como protagonistas do processo colabora com o alinhamento entre os pressupostos da Educação Ambiental e a Interpretação Ambiental. Para chegar a esta conclusão, alguns pontos centrais foram discutidos no presente trabalho: a relação da interpretação ambiental com o ensino formal, não formal e a educação ambiental; o histórico social e ambiental que envolve o PESET; os objetivos pedagógicos da escola e os contextos sociais das turmas. A interpretação ambiental, as trilhas interpretativas e a educação ambiental também foram abordadas neste trabalho de maneira transversal e interdisciplinar, para melhor fundamentação teórica das atividades.
Metadados da instituição e coleção
- Nome da Instituição
- Museu de Arqueologia de Itaipu
- Link da Instituição
- https://museudearqueologiadeitaipu.museus.gov.br/
- Nome da Coleção de Origem
- Publicações MAI
- Link do item
- https://museudearqueologiadeitaipu.museus.gov.br/publicacoes-mai/o-parque-a-trilha-e-a-escola-a-interpretacao-ambiental-no-ensino-formal-em-unidades-de-conservacao/
Como citar
Museu de Arqueologia de Itaipu. O parque, a trilha e a escola: a interpretação ambiental no ensino formal em unidades de conservação. In: Brasiliana Museus. Disponível em: https://brasiliana.museus.gov.br/brasiliana/o-parque-a-trilha-e-a-escola-a-interpretacao-ambiental-no-ensino-formal-em-unidades-de-conservacao/. Acesso em: 29/10/2026.