Depoimento do escritor Antonio Carlos Villaça para o Museu de Comunicação Social Hipólito José da Costa com duração aproximada de 8min5seg. O registro se inicia com um comentário impressionado do escritor em relação aos equipamentos de gravação, revelando sua emoção ao com a possibilidade de ter um depoimento seu gravado para a posteridade. O escritor então torna a falar sobre sua trajetória literária. Até aquela ocasião, Villaça tinha publicado 12 livros. Ele cita algumas de suas obras, entre elas, “O nariz do morto” de 1970, descrita como um livro “amargo e inocente”. Fala-se ainda do sentimento de “libertação” que o autor sentiu ao escrever a obra e o fato dela ter sido premiada com o 12º Prêmio Jabuti. Antonio Carlos conta ainda sobre alguns dos processos criativos de outras de suas obras, curiosidades e ocasiões especiais da vida literária, como quando recebeu o então presidente Juscelino Kubitschek em uma sessão de autógrafos, porém, não sabia ao certo como escrever o sobrenome da autoridade para finalizar a dedicatória.
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VILLAÇA, Antonio Carlos. O Nariz do Morto. 1. ed. Rio de Janeiro: JCM Editores, 1970. 261 p.
Metadados da instituição e coleção
Nome da Instituição
Museu da Comunicação Social Hipólito José da Costa
Fita magnética é uma mídia de armazenamento não volátil que consiste em uma fita plástica coberta de material magnetizável. A fita pode ser utilizada para registro de informações analógicas ou digitais, incluindo áudio, vídeo e dados de computador.