O trabalho investiga como o Museu Julio de Castilhos atuou na consagração da memória do líder republicano rio-grandense durante a gestão de seu primeiro diretor entre os anos 1903 e 1925, quando a instituição voltava-se mais para as coleções de Ciências Naturais. Apresenta o processo de transferência do Museu para a residência de Castilhos, a mudança do nome da instituição e a formação de uma coleção de objetos de Julio de Castilhos junto à Seção Histórica do Museu logo após a sua morte como atitudes que atuaram na construção do mito do patriarca rio-grandense.