Depoimento do ator, jornalista e professor Túlio Amaral ao Museu de Comunicação Social Hipólito José da Costa com duração aproximada de 1h13min21seg. Túlio Amaral inicia seu depoimento revelando que começou sua carreira profissional como jornalista. Em certa ocasião foi convidado para compor o elenco de uma peça de radioteatro, logo se apaixonou pelo ofício e de 1955 em diante passou a ser ator. Ele também dirigiu peças e se tornou professor, mas seguiu escrevendo crônicas para jornais. Amaral foi responsável por estabelecer o radioteatro na Rádio Difusora e levou peças de radioteatro de maneira inédita às rádios de Novo Hamburgo e São Leopoldo, apresentando projetos em colaboração com seus próprios alunos. O ator também relata como eram reproduzidos os momentos de romance e os beijos encenados nas radionovelas e inclusive faz demonstração prática. Ele explica que considerar a característica das vozes dos atores para adequação dos papéis era essencial. Existiam atores especialmente versados para serem galãs, vilões, personagens sínicos ou até irritantes. Durante o depoimento são citados alguns nomes de destaque de atores de radionovela da época.
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Metadados da instituição e coleção
Nome da Instituição
Museu da Comunicação Social Hipólito José da Costa
Fita magnética é uma mídia de armazenamento não volátil que consiste em uma fita plástica coberta de material magnetizável. A fita pode ser utilizada para registro de informações analógicas ou digitais, incluindo áudio, vídeo e dados de computador.