Amália narra que aprendia com seu pais e depois que se ajuntou com seu marido trabalhava na roça plantando cana, maniva, milho, mesmo ela tendo 7 filhos ela fazia todo o trabalho de forma bastante intensa, era uma trabalhadora aguerrida, feitora de farinha. Amália conta da cachoeira sagrada da onça que usufruem e preparam suas armadilhas de pesca em vários lugares que ela sabe com detalhes e exatidão. Ela é da etnia Tuyuca e é esposa dos Kuivathe,um clã tariano.
O Museu da Pessoa é um museu virtual e colaborativo de histórias de vida fundado em São Paulo, em 1991. Desde sua origem tem como objetivo registrar, preservar e transformar em informação histórias de vida de toda e qualquer pessoa da sociedade. No Museu da…